EXPLORE

foco in cenafoco in cena

Revista Ensaio Fotográfico seleciona ensaios fotográficos e acadêmicos

Chamada de ensaios aberta de 04 de maio a 05 de junho para a edição nº1 da revista.

Leia mais

Estão abertas as chamadas de ensaios fotográficos e acadêmicos para serem publicados na edição número 1 da revista Ensaio Fotográfico. As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de junho,exclusivamente pelo e-mail: contato@revistaensaiofotografico.com

REVISTA ENSAIO FOTOGRÁFICO

A Ensaio Fotográfico é uma revista eletrônica, distribuída gratuitamente no site www.revistaensaiofotografico.com, que tem o objetivo de promover a fotografia e a pesquisa em fotografia produzidas em Belo Horizonte no cenário nacional e internacional. A publicação se configura como um laboratório onde fotógrafos e pesquisadores poderão colocar à prova seus experimentos fotográficos e reflexivos com o propósito de dar início à discussões que possam repercutir no desenvolvimento dos trabalhos publicados. Nesse sentido, a revista se constitui como uma ação efetiva de estímulo à experimentação, responsável pelo desenvolvimento de novas técnicas, pela criação de novas linguagens e pela identificação de novos fotógrafos e pesquisadores.

SERVIÇO

Chamada de ensaios para a revista Ensaio Fotográfico.

Período de inscrição: 4 de maio a 5 de junho.

Informações:

www.revistaensaiofotografico.com/chamadas

Lançada a convocatória do FIF BH - Inscrições até 03 de julho

O Festival Internacional de Fotografia de Belo Horizonte será realizado entre 10 e 20 de setembro de 2015

Leia mais

Estão abertas as convocatórias em que vão ser selecionados trabalhos de artistas e pesquisadores de todo o mundo para a 2ª edição do FIF - Festival Internacional de Fotografia de Belo Horizonte. Artistas e pesquisadores de todo o mundo podem se inscrever até o dia 3 de julho para três ações do festival: Exposição Internacional, Moving Images e FIF Universidade.

Para maiores informações acesse:

http://www.fif.art.br/2015/

III Semana da Fotografia de Belo Horizonte tem edital aberto até 03 de maio

Em sua terceira edição o evento ocupará vários espaços da capital mineira entre os dias 19 e 23 de agosto.

Leia mais

Para fazer o download do edital acesse:

http://semanadafotografiabh.com.br/site/files/edital2015.pdf

Oficina para o ator: a escuta, com Miwa Yanagizawa

Convidada para dirigir o próximo espetáculo da Cia. Luna Lunera, Miwa ministrará oficina de 27 de abril a 01º de maio no Galpão Cine Horto

Leia mais

A oficina, ministrada pela atriz e diretora Miwa Yanagizawa, propõe um estudo de escuta diária e contínua do Outro (o Outro em si, o Outro como tudo aquilo com que se relacione) como prática dialógica fundamental. Uma proposta de recuo e investigação no processo do ator.

Miwa é integrante da ciateatroautônomo (RJ), dirigida por Jefferson Miranda, há 18 anos. Recentemente, atuou no espetáculo “Trágica.3” com direção de Guilherme Leme e dirigiu os premiados “Breu” de Pedro Brício em parceria com Maria Silva S. Campos, e “Nada, uma peça para Manoel de Barros”, de Emanuel Aragão, com os irmãos Guimarães. Fundadora do Áreas Coletivo de Arte, Miwa já realizou 15 edições da oficina no Rio. Em SP, “a escuta” foi realizada como parte de processos artísticos de grupos como Teatro Kunyn e Grupo XIX.

de 27/abril a 01/maio de 2015.

de 10h às 15h.

GALPÃO CINE HORTO, Rua Pitangui, 3613, Horto.

Valor: R$ 500,00 ou 2x R$ 250,00 (cheque)

Vagas limitadas

Seleção: enviar e-mail sucinto para escutabh@gmail.com

Belo Horizonte festejará o Dia Mundial da Fotografia com Câmera de Orifício

Pinhole Day acontecerá no dia 26 de abril no Espaço CentoeQuatro

Leia mais

No próximo dia 26 de abril irá acontecer o evento anual e internacional conhecido como “Pinhole Day”, dia mundial da fotografia com câmera de orifício, que está na sua 13 edição em BH, e sua quarta vez no espaço CentroeQuatro onde as pessoas poderão conhecer os princípios básicos da fotografia, podendo também vivenciar as experiências de revelação dentro de um laboratório. Esse evento simultâneo ocorre em mais de 90 países no último domingo de abril, com pessoas comemorando esse dia fotografando e produzindo atividades relacionadas a esse tipo de fotografia. Esse dia especial é realizado pelo NiL- Núcleo Imagem Latente, um coletivo coordenado pelos fotógrafos Cléber Falieri e Tibério França. O “Pinhole”, “estenopeica” e também “fotografia com câmera de orifício” são nomes dados a um processo fotográfico de captura de imagens através de uma câmera sem lente. Em seu lugar existe um pequeno orifício, que cumpre o mesmo papel de lente, ou seja, levar uma cena iluminada ao interior de uma câmera escura, projetando lá dentro a imagem latente. Haverá também oficinas desse circuito na Escola de Belas Artes realizadas pelo NiL, onde terá uma mostra “ESTENOPEICA”, uma exposição de fotografias pinhole produzidas pelo grupo de estudos e pesquisas fotoquímicos, o Al-Químico. Essa mostra fica no “Espaço F” até dia 7 de maio. Para pessoas interessadas no PINHOLE DAY, as inscrições para esse domingo devem ser realizadas pelo telefone 31 9601-5337, nos horários das 9 às 17hs. Qualquer outra informação também pode ser obtida por esse mesmo número e pelo email estenopeica@gmail.com, falar com Cléber Falieri.

Grupo Quatroloscinco entra em cartaz com "Humor" e lança livro com texto do espetáculo

“Humor” faz 14 apresentações no Centro Cultural Banco do Brasil, dentro da Campanha de Popularização, e lança livro da peça em parceira com a Javali, nova editora voltada para a publicação de dramaturgia.

Leia mais

TEMPORADA

O grupo Quatroloscinco – Teatro do Comum retorna aos palcos de Belo Horizonte com seu mais recente trabalho, “Humor”, que estreou em 2014 e já circulou por 9 estados do país. O espetáculo fica em cartaz de 19 de fevereiro a 08 de março, no CCBB BH, sempre às 20h, na programação da 41ª Campanha de Popularização do Teatro e Dança. Os ingressos são vendidos nos postos Sinparc pelo preço único de R$5,00, e também pela internet, no site www.sinparc.com.br

O grupo foi convidado pela coordenação da Campanha de Popularização para integrar o Projeto Troca, que dá visibilidade a espetáculos de pesquisa e linguagens experimentais dentro da programação do evento. É a terceira vez que o grupo participa deste projeto que, em 2015, foi ampliado e ocorre simultaneamente na Funarte MG e no CCBB BH.

“Humor” é uma criação coletiva, com direção e atuação de Assis Benevenuto, Ítalo Laureano, Marcos Coletta e Rejane Faria. O espetáculo também conta com parcerias importantes como a Orientação Criativa do artista Rodrigo Campos e a Criação de Cenário de Ed Andrade. Após extensa agenda de apresentações em 2014, o espetáculo retorna amadurecido e com alterações na dramaturgia e na encenação, reflexo do caráter aberto e processual do trabalho do grupo.

LIVRO

Além das 14 apresentações de “Humor”, o grupo lançará o livro com o texto do espetáculo, assinado pelos integrantes Assis Benevenuto e Marcos Coletta. Com este livro, o Quatroloscinco terá todo o seu repertório publicado em papel, afirmando o interesse e o empenho do grupo na criação e difusão de uma dramaturgia autoral. A publicação é uma parceria com a novíssima Editora Javali, que nasce com a missão de fomentar a publicação de dramaturgia na capital mineira. O evento de lançamento ocorrerá no Galpão Benfeitoria, no dia 21/02 (sábado) às 21h. Além dos livros, haverá discotecagem e bar no local. A entrada é gratuita e o livro será vendido a R$ 20,00. Após o lançamento, o livro poderá ser adquirido pelo site do grupo e durante a temporada de “Humor” no CCBB BH.

EDITORA JAVALI

Criada pelos dramaturgos Assis Benevenuto e Vinícius Souza, a Javali será a primeira editora mineira voltada especialmente para publicação de dramaturgias. “Humor”, texto do grupo Quatroloscinco, é o primeiro livro que chega aos leitores.

Belo Horizonte, como a maioria das cidades do país, ainda é carente de publicações voltadas para textos teatrais contemporâneos; prevalecem as edições de dramaturgia brasileira já consagrada, em sua maioria de autores cariocas ou paulistas. Inspirada em autores e grupos teatrais que publicaram seus textos de forma independente, a Javali surge como ampliação das possibilidades de publicação desse tipo de texto na cidade. Inicialmente voltada para a escrita mineira contemporânea, propõe um trabalho colaborativo e próximo aos autores e artistas, aberta para as mais variadas formas da linguagem dramatúrgica e para as várias maneiras de produção, editoração e financiamento de uma publicação.

Nos últimos anos, Assis Benevenuto e Vinícius Souza têm se destacado na criação, divulgação e formação em dramaturgia na capital mineira. Os criadores tomam a publicação de textos teatrais como desdobramento necessário da arte teatral – seja pela sua preservação, seja pelo diálogo entre linguagens, seja ainda por fomentar leitores e possíveis espectadores.

Assis Benevenuto é ator, dramaturgo, poeta, diretor. Integrante do Grupo Quatroloscinco Teatro do Comum. Coordenador dos Ateliês de Dramaturgia. Tem formação superior em letras pela UFMG. E formação artística em teatro pela Fundação Clóvis Salgado. Atua no Grupo Espanca!, e Instituto Hahaha.

Vinícius Souza é dramaturgo, ator, diretor, pesquisador e produtor cultural. É mestrando em Teatro pela UFMG. É um dos idealizadores e coordenador do Janela de Dramaturgia e dos Ateliês de Dramaturgia, em Belo Horizonte. Recentemente estreou seu primeiro solo, Bestiário.

SERVIÇO

>> TEMPORADA DE “HUMOR”:

19 de fevereiro a 08 de março

Quarta a domingo, 20h.

CCBB BH

Praça da Liberdade, 450. Funcionários.

Classificação.: 12 anos

Ingressos: R$ 5,00 nos Postos Sinparc ou www.sinparc.com.br

>>LANÇAMENTO DO LIVRO “HUMOR” E DA EDITORA JAVALI:

21 de fevereiro

Sábado, 21h

Galpão Benfeitoria

Rua Sapucaí, 153, Floresta

Entrada Franca

Venda de bebidas e discotecagem.

Livro será vendido a R$20,00.

Saiba mais sobre o espetáculo "Humor" clicando no link abaixo:

http://www.focoincena.com.br/humor/9151

Caçadores da imagem: repensando a captura

Workshop reunirá os fotógrafos Guto Muniz e Kika Antunes durante o festival Foto em Pauta Tiradentes em 2015

Leia mais

Nos tempos da fotografia digital e de um grande volume de produção de imagens, os fotógrafos Guto Muniz e Kika Antunes, parceiros desde os anos 90 em diversas produções fotográficas, dentre elas a cobertura do FIT-BH (Festival Internacional de Teatro Palco e Rua de Belo Horizonte), propõem um repensar da prática fotográfica e da captura da imagem digital nos tempos atuais. Um pensamento voltado para a busca do momento ideal de captura a partir do entendimento do contexto que a envolve, visando produzir o conteúdo necessário com um mínimo de imagens capturadas.

Vagas limitadas!

Mais informações e inscrições no link abaixo:

http://www.fotoempauta.com.br/festival2015/workshop/cac%CC%A7adores-da-imagem-repensando-a-captura/

Aos 80 anos, João das Neves dirige Madame Satã, novo espetáculo do Grupo dos Dez e do Oficinão Galpão Cine Horto

Com temporada de estreia no 9º Verão Arte Contemporânea, o musical do Grupo dos Dez traz a homofobia e o racismo como temas centrais e reflete o papel do negro no teatro brasileiro

Leia mais

Um espetáculo poético e político sobre a luta de invisíveis. Madame Satã é o terceiro espetáculo do Grupo dos Dez (e o segundo dirigido por João das Neves), que se dedica à pesquisa de linguagem sobre o teatro musical e suas possibilidades. Em Madame Satã, o grupo se vale da biografia de um dos mais peculiares personagens brasileiros para dialogar com questões que permeiam a critica contra a homofobia e o racismo. Com trilha sonora inédita, o espetáculo é entrecortado por textos ora poéticos, ora combativos, e traz à tona não apenas a biografia de Satã, mas dá visibilidade às pessoas à margem da sociedade que não se enquadrarem na heteronormatividade vigente.

Aos 80 anos, João das Neves, junto com Rodrigo Jerônimo, dirige Madame Satã, novo espetáculo do Grupo dos Dez e do Oficinão Galpão Cine Horto

Com temporada de estreia no 9º Verão Arte Contemporânea, o musical do Grupo dos Dez traz a homofobia e o racismo como temas centrais e reflete o papel do negro no teatro brasileiro

O mundo que rodeia uma das mais peculiares figuras brasileiras, aquele que carregou a alcunha de primeiro travesti do Brasil, Madame Satã, é a personagem escolhida pelo Grupo dos Dez para falar de um universo invisível: a prostituição, a pobreza, o racismo, a homofobia, a transfobia e toda a violência de uma sociedade hipócrita e calada frente ao preconceito e à intolerância.

O espetáculo é resultado do Oficinão Galpão Cine Horto, que, na sua 17ª edição, apresenta um novo formato do projeto. A partir de 2014, o Oficinão abriu as portas para propostas inéditas formuladas por coletivos de criação com o interesse em desenvolver pesquisas com o fomento do centro cultural. Ao apostar na renovação e na parceria com núcleos em formação ou grupos já estabelecidos, o Galpão Cine Horto reafirma o propósito de criar espaços para o aprofundamento de processos criativos, alcançar resultados artísticos ainda mais expressivos e contribuir para o êxito e para a longevidade desses coletivos. Além da proposta de um coletivo, faz parte desse novo formato o intercâmbio do grupo selecionado com outros atores, também selecionados por edital.

Com dramaturgia assinada por Marcos Fábio de Faria e Rodrigo Jerônimo, a montagem do Grupo dos Dez apresenta Madame Satã antes mesmo dele receber este nome. João Francisco dos Santos, um dos 18 filhos de uma família pobre, trocado por uma égua e que, a duras penas, tornou-se figura mitológica da Lapa carioca sendo preto, pobre e homossexual, tudo isso no início do século XX. Cem anos depois, o que mudou?

A pergunta que retumba impulsiona a criação do espetáculo, tomando Madame Satã a metáfora de uma ideologia política e também estética. Analfabeto de pai e mãe, como ele costumava dizer, o artista Madame Satã é símbolo da incorporação de elementos da cultura ocidental europeia à malandragem carioca, com caras referência às manifestações africanas.

Assim, a montagem dá continuidade à pesquisa de linguagem do Grupo dos Dez, desenvolvida desde 2008 sobre os musicais brasileiros e que, nessa nova montagem, investiga-se, também, como a ancestralidade e a corporeidade negras podem contribuir para os espetáculos musicais tipicamente brasileiros.

Com preparação corporal orientada pelo bailarino e ator Benjamin Abras, a corporeidade das danças afro-brasileiras sutilmente se torna parte do trabalho, tendo como método principal o treinamento para a capoeira angola, o samba de roda, a dança dos orixás e a dança contemporânea. Dos terreiros de candomblé e das rodas de capoeira, deslocam-se os movimentos de raiz afro-brasileiros de seus locais originários para o palco, dando a eles significados diversos.

A trilha original, composta pelo coletivo, ganha importantes terrenos na montagem e foi criada a partir de um processo já bastante utilizado pelo Grupo dos Dez, por meio de experimentações e improvisações de melodias, com bases criadas por instrumentos musicais (harmônicos e percussivos), assim como a elaboração de letras que contribuam efetivamente para a dramaturgia. As experimentações sonoras foram orientadas pela diretora musical Bia Nogueira, e com presença do músico e arranjador Alysson Salvador.

Todo o trabalho musical foi pensado de forma a contribuir para a linguagem do teatro musical tipicamente brasileiro a partir da corporeidade e musicalidade negra, advinda de manifestações culturais que bebem da ancestralidade africana e que tanto se fazem presentes na singular musicalidade do Brasil.

Mais informações sobre a temporada de estréia no link abaixo:

http://www.focoincena.com.br/madame-sata/10368

Grupo Teatro Invertido apresenta "Noturno"

Sétimo espetáculo da companhia mineira tem direção de Monica Ribeiro e Yara de Novaes e texto de Sara Pinheiro.

Leia mais

Em comemoração aos seus dez anos de trajetória, completos em 2014, o Grupo Teatro Invertido estreia em 10 de janeiro de 2015, sua sétima e mais recente montagem: Noturno. O espetáculo abrirá a 9a edição do Festival Verão Arte Contemporânea - VAC e ficará em cartaz até o dia 18 de janeiro - de quinta-feira a sábado, às 21 horas, e domingo, às 19 horas - no Teatro Oi Futuro Klauss Vianna, com ingressos a 16 reais (inteira).

Com texto da jovem dramaturga mineira, Sara Pinheiro, e direção de Monica Ribeiro e Yara de Novaes, Noturno tem como pano de fundo uma situação inusitada: o fim do mundo que se aproxima lentamente e já se concretizou em outras regiões do planeta. A trama desenrola-se a partir de um encontro casual entre cinco antigos colegas de adolescência em uma ensolarada tarde de domingo. A iminência de um futuro próximo e inexorável desvela os medos, as contradições, os valores desgastados, os afetos desmedidos e as angústias de típicos representantes da elite brasileira. Essa é a metáfora que Noturno utiliza para abordar as recentes transformações sociais e naturais vividas no Brasil e no mundo, e a consequente resistência à perda de privilégios e ao reconhecimento da necessidade de estabelecer uma nova ordem.

Como contraponto à natureza desgastada do cenário criado por Ed Andrade, os vídeos de André Amparo e Chico de Paula perpassam todo o espetáculo, completando a narrativa. Em cena, os atores Dimitrius Possidônio, Kelly Crifer, Leonardo Lessa, Rita Maia, Robson Vieira e a atriz convidada Juliene Lellis. O espetáculo conta ainda com trilha de Dr.Morris e iluminação de Felipe Cosse e Juliano Coelho.

Noturno e o Grupo Teatro Invertido

O Teatro Invertido é reconhecido pela pesquisa original em dramaturgia na criação de seus espetáculos. Ao contrário das peças anteriores, no entanto, criadas por meio de textos colaborativos gerados em processo de ensaios, a montagem de Noturno surge de um texto já pronto. “Não se trata de uma ruptura, mas de uma continuidade da nossa pesquisa. Queremos experimentar, trocar, empreender o que aprendemos em novas vivências”, explica Leonardo Lessa. Noturno também marca o profícuo encontro de gerações entre os atores do grupo, as diretoras e a dramaturga.

As seis peças anteriores do Teatro Invertido são Nossa Pequena Mahagonny (2003), Lugar Cativo (2004), Medeiazonamorta (2006), Proibido Retornar (2009), Estado de Coma (2010) e Os Ancestrais (2013).

Equipe

[direção]

Monica Ribeiro

A atriz, dançarina, preparadora corporal, diretora e professora do deparamento de fotografia Teatro e Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, pesquisa a experiência estética e o estado do corpo nas práticas corporais cênicas a partir da interface entre Arte e Ciências Cognitivas, processos de criação e poéticas do movimento cênico. É consultora de preparação corporal e desenho de movimento cênico do Grupo Oficcina Multimédia e de outros grupos teatrais de Belo Horizonte e São Paulo.

Yara de Novaes

A premiada diretora e atriz belo-horizontina é radicada em São Paulo. Em 2005, fundou o Grupo 3 de Teatro, ao lado de Débora Falabella e Gabriel Paiva.

[texto]

Sara Pinheiro

Atriz e dramaturga, é integrante da Cia do Chá e uma das idealizadoras do projeto Janela de Dramaturgia.

[atuação]

Dimitrius Possidônio, Kelly Crifer, Juliene Lellis, Leonardo Lessa, Rita Maia e Robson Vieira.

[voz em off]

Fernanda Vianna (Grupo Galpão) e Lucas Vianna

[participação em vídeo]

Otto Levy

[assessoria vocal e musical]

Ernani Maletta

[cenário]

Ed Andrade

[figurinos]

Marney Heitmann

[iluminação]

Felipe Cosse e Juliano Coelho

[trilha sonora]

Dr. Morris

[vídeos]

André Amparo e Chico de Paula

[produção]

Maria Rita Fonseca

[patrocínio]

ArcelorMittal, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, e Fundo Municipal de Cultura de Belo Horizonte

Sinopse

Em um fim de tarde de domingo, à beira de uma piscina, cinco colegas se encontram para assar uma carne. Essa seria uma situação comum na vida desses jovens de classe média, se não fosse a ameaça do fim do mundo que paira no ambiente.

Serviço

Noturno, Grupo Teatro Invertido

De 10 a 18 de janeiro de 2015, quinta-feira a sábado, às 21 horas, e domingo, às 19 horas

Teatro Oi Futuro Klauss Vianna, Av. Afonso Pena, 4001, Mangabeiras.

Ingressos: R$ 16 (inteira)

Duração: 60 minutos

Classificação: 14 anos

Clique no link abaixo para ver fotos do trabalho:

http://www.focoincena.com.br/noturno/10192

[Circuito Aberto] Diálogos Cênicos ocupa a praça até dezembro

Programações gratuitas de dança, performance e teatro irão ocupar espaços do Circuito Cultural Praça da Liberdade entre os dias 29/10 e 10/12.

Leia mais

Todas as quartas-feiras, entre os dias 29 de outubro e 10 de dezembro, o Circuito Cultural Praça da Liberdade será ocupado por atividades formativas e apresentações de dança, performance e teatro dentro da programação do [CircuitoAberto] Diálogos Cênicos. Toda a programação é gratuita.

Ao todo, serão 23 atividades distribuídas entre o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o Centro de Arte Popular - Cemig, o Centro de Informação ao Visitante – Prédio Verde, o Memorial Minas Gerais Vale e a própria Praça da Liberdade.

Na entrada dos espetáculos que ocorrem em locais fechados, o público poderá doar livros para a ampliação da biblioteca do Centro Cultural “Lá da favelinha”, do Aglomerado da Serra e para o GASS – Grupo de Apoio Social Solidariedade, que funciona em Santa Tereza.

O [Circuito Aberto] Diálogos Cênicos foi idealizado pela Associação No Ato e integra, por meio de uma parceria com o Instituto Cultural Sérgio Magnani, o Circuito Aberto – programa de ocupação artística do Circuito Cultural Praça da Liberdade. O projeto faz parte da plataforma #ClaroExperiências, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. O principal objetivo do [Circuito Aberto] Diálogos Cênicos é democratizar o acesso à cultura, mostrar a diversidade da produção em artes cênicas do estado, promover o diálogo e a reflexão e contribuir para a ocupação de espaços públicos.

"Buscamos também contribuir para o debate sobre a ampliação de ações continuadas de cultura, embasadas em políticas públicas consolidadas e na apropriação de espaços que são de todos nós", diz Bárbara Bof, da Associação No Ato, idealizadora do projeto.

[Circuito Aberto] Diálogos Cênicos é também um convite para que esses espaços sejam conhecidos e apropriados. Os trabalhos que compõem a programação foram selecionados a partir de 185 inscrições recebidas pelo projeto. Mais do que apresentar uma mostra, a curadoria – formada por Marcelo Bones, Rodrigo Campos e Soraya Belusi – guiou-se pelo desejo de promover diálogos, ainda que subjetivos, entre as propostas artísticas.

Circuito Aberto

O Circuito Cultural Praça da Liberdade, localizado em Belo Horizonte, é o maior conjunto integrado de cultura do país, reunindo 12 espaços históricos, artísticos e temáticos, que contam com centros culturais, teatros, salas multiuso, bibliotecas e salas para oficinas.O programa Circuito Aberto foi lançado em 2013, como ação da Política Cultural e Educativa deste circuito, e recebeu mais de 420 propostas que culminaram em 28 atividades nas categorias “Espetáculos e apresentações” e “Formação e experimentação”, atraindo um público de 6 mil pessoas. Neste ano, por meio da parceria com a Associação No Ato via projeto Diálogos Cênicos, o programa irá privilegiar as artes cênicas.

Sobre o #ClaroExperiências

É uma plataforma cultural inovadora, que reúne uma série de eventos patrocinados pela operadora em Minas Gerais, durante o ano de 2014. Ao todo, serão 17 projetos e mais de 70 apresentações em várias cidades do estado.

As informações sobre a plataforma, bem como a agenda completa dos eventos, estão disponíveis no portal www.claroexperiencias.com.br e nas redes sociais.

SERVIÇO

[Circuito aberto] Diálogos Cênicos

» Atividades formativas e espetáculos de dança, performance e teatro

Espetáculos todas as quartas-feiras, de 29 de outubro a 10 de Dezembro

Circuito Cultural Praça da Liberdade

Programação completa no site

www.dialogoscenicos.com.br
Página: 1 2 3 4 5 ...Próxima
FECHAR

Concorra a uma impressão fine art das suas fotos favoritas preenchendo seu nome e e-mail nos campos abaixo. Você fará isso uma única vez a cada acesso ao site, independentemente de quantas fotos marcar. Saiba mais em www.focoincena.com.br/foto-do-mes.